CAMINHO

CAMINHO
FÉ - ESPERANÇA - PAZ - AMOR

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

PRECISAMOS DE SANTOS



Precisamos de Santos sem véu ou batina.


Precisamos de Santos de calças jeans e tênis.

Precisamos de Santos que vão ao cinema,

 ouvem música e passeiam com os amigos.

  Precisamos de Santos que coloquem Deus em primeiro lugar, mas que se "lascam" na faculdade.

  Precisamos de Santos que tenham tempo todo dia para rezar e que saibam namorar na pureza e castidade, ou que consagrem sua castidade.

Precisamos de Santos modernos, Santos do século XXI com uma espiritualidade inserida em nosso tempo.
  
Precisamos de Santos comprometidos com os pobres e as necessárias mudanças sociais.

  Precisamos de Santos que vivam no mundo se santifiquem no mundo, que não tenham medo de viver no mundo.

Precisamos de Santos que bebam Coca-Cola e comam hot dog, que usem jeans, que sejam internautas, que escutem disc-man.

 Precisamos de Santos que amem a Eucaristia e que não tenham vergonha de tomar um refrigerante ou comer pizza no fim-de-semana com os amigos.

 Precisamos de Santos que gostem de cinema, de teatro, de música, de dança, de esporte.

 Precisamos de Santos sociáveis, abertos, normais, amigos, alegres, companheiros.

 " Precisamos de Santos que estejam no mundo; e saibam saborear as coisas puras e boas do mundo mas que não sejam mundanos"

(João Paulo II) - Carta aos Jovens!!

domingo, 24 de janeiro de 2010

O CASAMENTO FELIZ

Ensinamentos de Frei Ignácio Larrañaga

O matrimônio é vasto oceano em cujas profundezas se entrecruzam as correntes, agitam-se as águas profundas, integram-se e desintegram-se as ondas e, no momento menos pensado, o casal pode ser empurrado para praias desoladas.


Os que se internam nesse mar desconhecido do matrimônio já estão presos nas redes de uma aventura. O mal está em que a aventura pode tornar-se desventura. E o propósito deste livro é, precisamente, ajudar a fim de que não suceda esse infortúnio. Ao contrário aspiramos que a aventura acabe em feliz ventura.

O que sucede é que os amantes embarcam nesta navegação conjugal sem ponderar suficientemente os enigmas e riscos, cativados só por essa força iniludível da vida que chamamos amor.

 Qual é o objetivo deste livro?

Viemos com uma pequena lâmpada de barro para iluminar o caminho, em busca do segredo da alegria. Queremos traçar pistas de luz e acompanhar os casais em sua peregrinação para o alvo ideal da plenitude conjugal.

Sabemos que o caminho está minado de armadilhas: toda convivência está sujeita ao desgaste; o amor, como sentimento humano que é, não deixa de ter seu caráter de fugacidade; o passo da vida bloqueia e reduz o encanto do amor.

Que fazer para que o amor amanheça todos os dias com rosto novo? Como evitar ser devorado pelo desencanto? Que passos dar para evitar que a dominação-dependência se instale sutilmente na trama da relação? Como conseguir que o matrimônio seja perpétua festa?

Não podemos flutuar entre os vaivéns e alternativas do amor:

Como evitá-lo? Como deixar fora de combate o inimigo fundamental do amor, que é o egoísmo? Como impedir a fuga para dentro e para fora? Como sustentar de pé as energias emocionais que circulam entre os dois corações? Como evitar que os cônjuges vivam juntos, porém distantes; juntos, porém ausentes? Como conseguir coroar com êxito o processo complexo da adaptação mútua? Que fazer para manter alta e viva a chama do amor nas longas noites do inverno?

Estas e semelhantes perguntas serão abordadas. Propomo-nos entregar respostas práticas e normas eficazes para as situações de emergência em que possam atolar-se as rodas da harmonia conjugal.
  
"O Casamento Feliz" - Frei Ignácio Larrañaga -  Editora PAULUS

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

CURSO PARA CASAIS - diálogo, comunicação. Chegar à família através dos casais.



Mais uma inspiração de Frei Ignácio, fundador das Oficinas de Oração e Vida, agora um trabalho dirigido essencialmente aos casais. Em Santiago do Chile, no mês de janerio de 2006, ao terminar o Manual para o Curso para Casais, Frei Ignácio ao celebrar alegremente agradecendo ao Senhor, por ter chegado a termo mais uma obra para maior glória de Deus, assim se expressou "deixo, no ocaso de minha vida, este Curso, com a esperança de depositar nas mãos de alguns casais, harmonia e paz".

No anseio de conquistar todos os casais, em particular aqueles com dificuldades com a mensagem religiosa, Frei Ignácio nos esclarece, "o Curso para Casais não tem a ver com uma clássica Oficina de Oração e Vida, nem em sua estrutura nem em seus objetivos. Numa Oficina de Oração e Vida, tanto a estrutura como os objetivos traçam uma linha permanentemente vertical: uma descendente (Deus nos fala) e outra ascendente(falamos com Deus)". Continua Frei Ignácio, "no Curso para Casais, em troca, a linha está traçada horizontalmente. Quer dizer, trata-se de um movimento de comunicação e diálogo, de interior a interior, de coração a coração. Um movimento no qual se estabelece uma corrente de abertura e acolhida, onde o casal se esclarece e entende, se compreende e se perdoa, se aceita, entra em harmonia e desperta um gozo recíproco de amor e paz".
Uma colaboração. Talvez você já conheça, participe ou já tenha participado de Movimentos para Casais. Que bom! Já há entre nós uma identificação. Conhecemos e participamos,  também, desse serviço dos Movimentos de Casais. Podemos adiantar-lhes que este Curso para Casais, criado por Frei Ignácio, é totalmente diferente dos Movimentos de Casais que conhecemos. Frei Ignácio dirige e orienta todo o trabalho ao casal, conduzindo os mesmos, por meio de palestras, encontro a dois, a uma participação efetiva, fortalecendo o diálogo e a comunicação. Temas, assuntos, instruções, orientações, ajudam o casal a avaliações, a ouvir o outro, a perdoar, a compreender, a calar, a ceder, ter paciência. Folhetos serão entregues no final de cada reunião(são seis reuniões) sobre os temas abordados, para uma vivência do casal. Procure conhecer o Curso para Casais, você vai gostar. Será uma oportunidade para aumentar o "primeiro amor".
CLIQUE NA ESTAMPA PARA MELHOR VER O TEXTO

domingo, 3 de janeiro de 2010

EXPERIÊNCIA DO AMOR OBLATIVO

Era uma vez, um maravilhoso jardim, situado bem no centro de um  grande  campo. O dono costumava passear pelo seu jardim, ao sol do meio-dia...


Um esbelto bambu era para ele a mais bela e estimada de todas as árvores do seu jardim. Ao seu olhar carinhoso, esse bambu crescia e se tornava cada vez mais bonito. Ele sabia que seu dono o amava e que era a sua alegria.
Um dia, o dono, pensativo, aproximou-se de seu bambu. E num sentimento de profunda veneração, o bambu inclinou sua cabeça imponente... O Senhor disse a ele: "Querido bambu, eu preciso de você..." O bambu respondeu: "Meu senhor, estou pronto, faze de mim o que quiseres!". O bambu estava feliz! Parecia ter chegado a grande hora de sua vida: seu dono precisava dele e ele iria servir-lhe.
"Bambu!" a voz do senhor era grave. " Só poderei usar-te, se eu te podar"... "Podar?... a mim, Senhor? por favor, não faça isto! Deixe a minha bela figura. Tu vês como todos me admiram...". "Meu bambu amado" - a voz do senhor tornou-se ainda mais grave ! Não importa que te admirem ou não... Se eu não te podar. não poderei usar-te...". No jardim, tudo ficou silencioso. O vento segurou a respiração, finalmente o lindo bambu se inclinou e sussurrou: "Senhor, se não me podes usar sem podar-me... então, faça comigo o que quiser.



Meu querido bambu – devo também cortar a tuas folhas!... ". "Ó Senhor, se me ama, preserve-me de tal mal! Pode destruir minha beleza, mas por favor, deixe as minhas folhas..." Não poderei usar-te se não tirar também as folhas." O sol escondeu-se atrás das nuvens... Algumas borboletas e pássaros, que por ali brincavam, afastaram-se assustados... O bambu, trêmulo, à meia voz disse: "Senhor corta-as!..."


Disse o Senhor novamente: "ainda não basta, meu querido bambu. Devo."cortar-te pelo meio e tomar teu coração... Se não faço isto, não posso usar-te."Por favor, Senhor, disse o bambu, eu não poderei mais viver...Como viver sem coração?...” "Devo tirar teu coração, caso contrário, não posso usar-te." Houve um profundo silêncio... Alguns soluços com lágrimas abafadas... Então o bambu inclinou-se até o chão e disse: "Senhor, poda, corta, parte, divide, toma-me por inteiro, reparte..."



O Senhor desfolhou o bambu... Decepou seus galhos... Partiu-o em duas partes... Tirou-lhe o coração. Depois, levou-o para o meio do campo ressequido, a uma fonte de onde brotava água fresca. Lá o Senhor deitou cuidadosamente seu querido bambu no chão. Ligou uma das extremidades do tronco decepado à fonte, e a outra levou-a até o campo... E a fonte cantou boas vindas...


As águas cristalinas precipitaram alegres pelo corpo despedaçado do bambu, correram sobre os campos ressequidos, que por elas tanto haviam suplicado... Ali plantou-se o trigo, o arroz, o milho, rosas, margarida e outras flores das mais variadas espécies e cores...
Os dias passaram, a sementeira brotou, cresceu e veio o tempo da colheita, farta, abundante... Assim, o tão maravilhoso bambu de outrora, em seu despojamento, em seu aniquilamento e humildade, transformou-se numa grande benção para toda aquela região.
Quando ele era belo, crescia somente para si e se alegrava com sua própria beleza. Agora, no seu despojamento, aniquilamento e entrega, tornou-se o canal do qual o Senhor se serviu para tornar fecundas suas terras...


 E muitos, homens e mulheres encontraram a vida e viveram desse tronco de bambu podado, cortado, decepado, partido!...

Busquemos o que nos ensina Frei Ignácio sobre acontecimentos em nossa vida que a princípio não aceitamos, nos trazem dores, angústias, incompreeensões, Frei Ignácio ensina-nos a experiência do amor oblativo:
"Oblativo e não emotivo. Ninguém gosta de fracassar, nem que lhe derrubem a estátua de sua popularidade. Ninguém se emociona por ser destituído do cargo, ser vitima de malidicência ou de incompreensão. Entretanto, podemos assumir essa e outras eventualidades, não com agrado emocional, mas com paz e com sentido oblativo, como quem abandona nas mãos do Pai uma oferta dolorosa e fragante... É um amor puro (oblativo) porque nele não existe compensação de satisfação sensível. Além disso, é um amor puro porque se efetua na fé escura: o cristão, passando por cima das aparências visíveis da injusiça, contempla a presença da vontade do Pai, permitindo essa prova. A sabedoria consiste em discernir o que posso do que não posso mudar, e em ligar os reatores no rendimento máximo para alterar o que ainda é possível, e para me abandonar, com fé e com paz, nas mãos do Senhor, quando aparecerem fronteiras intransponíveis". - "Mostra-me o Teu Rosto" - Frei Ignácio Larrañaga - Ed. Paulinas 
http://www.tovpil.org/








sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

ESFORÇO, OBSTÁCULOS AJUDAM



- Um homem viu surgir uma pequena abertura num casulo. Sentou-se perto do local onde o casulo se apoiava e ficou a observar o que iria acontecer. Como é que a lagarta conseguiria sair por orifício tão miúdo? Mas logo lhe pareceu que havia parado de fazer qualquer progresso, como se tivesse feito todo o esforço possível e agora não conseguisse prosseguir.
- Ele resolveu então ajudá-la, pegou uma tesoura e rompeu o restante do casulo. A borboleta saiu toda feliz. Mas seu corpo estava murcho; além disso era pequeno e tinha asas amassadas.
- O homem continuou a observá-la porque esperava que a qualquer momento as asas dela se abririam e se estenderiam para serem capazes de suportar o corpo que iria se formar. Nada aconteceu! Na verdade a borboleta passou o restante da sua vida rastejando com um corpo murcho e as asas encolhidas. Nunca foi capaz de voar.

- O que o homem em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para sair através da pequena abertura eram o modo pela qual Deus fazia com que o fluido do corpo daquele pequeno inseto circulasse até suas asas para que elas ficassem prontas para voar assim que se livrasse daquele invólucro.
Algums vezes o esforço é justamente aquilo que precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar através da existência sem qualquer obstáculo, Ele nos condenaria a uma vida atrofiada. Não iríamos ser tão fortes como poderiamos ter sido. Nunca poderíamos alçar vôo.  
Vejamos como Frei Ignácio, nos ensina, nos ajuda a vencer os obstáculos, as dificuldades, levando-nos para junto de Deus. "Muitas vezes a Bíblia nos diz que Deus está conosco e também diz que estamos (nos sentimos) ´longe do Senhor´" (2Cor 5,6). Frei Ignácio com uma alegoria fala-nos dessa "ausência presença":
"Disseram-me que agarrasse uma estrela com a mão. Comecei a subir nos telhados para alcançá-la. Continuei escalando montanhas. Ergui-me no cume das cordilheiras, lá onde não chegam nem os condores. E a estrela? Cada vez mais longe de minha mão. Eu sou isso: um simples impulso, uma chama despreendida da madeira. Eterno peregrino que sempre busca e nunca encontra. quando haverá para mim um planeta ou uma pátria em que possa descansar e dormir? Eu Te aclamo e Te reclamo. eu Te afirmo e Te confirmo. Eu Te exijo e tenho necessidade de Ti. Eu Te anelo e Te conjuro. Tenho saudade e anseio por Ti. Minhas asas já estão fatigadas de tanto voar. Neste dourado entardecer, agora que se apagaram os fogos do dia e a serenidade inunda a Terra, suba a Ti minha humilde súplica: Tu que sustentas o mundo em Tuas mãos, acalma e sacia todas as minhas expectativas. Tenho sono. Quero dormir."  - "Mostra-me o Teu rosto" - Frei Ignácio Larrañaga - Ed. Paulinas.
Nas Oficinas de Oração e Vida aprendemos a enfrentar e conviver com os obstáculos que a vida nos apresenta. Venha nos conhecer, a participar conosco. Estaremos juntos com você, aprendendo com Frei Ignácio com as angústias, com as dificuldades, com as alegrias, com as incompreensões, com a falta de perdão. E aquela ausência(que sentimos) de Deus torna-se uma Presença Infinita bem próxima de nós, numa realidade que nos inunda de amor e paz.



quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

ESTRANHA ASSEMBLEIA

Contam que na carpintaria houve uma vez uma estranha assembleia. Foi uma reunião de ferramentas para acertar as suas diferenças.
Uma martelo assumiu a presidência, mas os participantes lhe notificaram que teria que renunciar. A causa?

         Fazia demasiado barulho; e, além do mais passava o tempo todo golpeando. O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, dizendo que ele dava muitas voltas para conseguir algo. Diante do ataque, o parafuso concordou, mas pediu que também fosse expulsa a lixa que era áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atritos. A lixa acatou, com a condição de que se expulsasse o metro, que vivia medindo os outros com a sua própria medida. Como se fosse o único perfeito.
Nesse momento entrou o carpinteiro, juntou o material e iniciou o trabalho. Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso. Assim a rústica madeira se converteu em um fino móvel.
Quando a carpintaria ficou novamente só, a assembleia renovou a discussão.
Foi então que o serrote tomou a palavra e disse: "Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas o carpinteiro trabalha com as nossas qualidades, com os nossos pontos valiosos. Assim, não pensemos em nossos pontos fracos, concentremo-nos em nossos pontos fortes".
   A assembleia entendeu que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limar e afinar a aspereza, e o metro era preciso e exato. Sentiram-se então como uma equipe capaz de produzir móveis de qualidade. Sentiram alegria pela oportunidade de trabalhar juntos..
Ocorre o mesmo conosco. Quando uma pessoa busca defeitos em outras, a situação torna-se tensa e negativa; ao contrário, quando se busca, com sinceridade, os pontos fortes dos outros, florescem as melhores conquistas e virtudes humanas.
É fácil encontrar defeitos, qualquer um pode fazê-lo. Mas encontrar qualidades... é um desafio a ser vencido.

Nas Oficinas de Oração e Vida aprendemos o "amor de fraternidade". Assim nos ensina Frei Ignácio Larrañaga: "O amor de fraternidade não é espontâneo, mas fruto de uma convicção. O motivo do amor, neste caso, não é um impulso vital mas os critérios da fé. O amor da fraternidade, o amor fraterno, passa por cima das reações impulsivas (gosto, não gosto, ofendeu-me, não me aceita...) e descobre no outro o irmão, porque o Pai dele é meu Pai, e meu Deus e o seu Deus.
Não importa que haja ou não consanguinidade ou afinidade entre nós. Temos em comum algo mais importante: uma raiz subterrânea que arma e sustém existências diferenrtes: o Pai. A tal ponto que lá, na substância original paterna, ele e eu somos uma só e a mesma realidade. Essa convicção nasce da fé." ("Suba Comigo" - Frei Ignácio Larrañaga - Ed. Paulinas)

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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

CONSOLIDAÇÃO DA FAMÍLIA TOV - MÉXICO - MONTERREY





















CONVENÇÃO INTERNACIONAL PARA CONSOLIDAÇÃO DA FAMÍLIA TOV - 2008
De 20 a 23 de março de 2008 - Semana Santa - vivemos uma aventura maravilhosa em Monterrey, no México, na CONVENÇÃO INTERNACIONAL PARA A CONSOLIDAÇÃO DA FAMÍLIA TOV, onde se reuniram 8.400 pessoas de 42 países, dos 44 onde se realizam as OFICINAS DE ORAÇÃO E VIDA. Comemoramos os 80 anos do FREI IGNÁCIO LARRAÑAGA no melhor estilo. Muita oração, muita alegria, palestras de muita sabedoria deste homem de Deus e a experiência de conviver com Guias em várias linguas e saborear este amor visível de Deus a cada um de nós. Cada Zona dos TOV estava vestindo a camiseta de uma cor e o espetáculo foi fantástico. No primeiro dia cada Zona estava separada, juntos com a mesma cor e depois fomos nos misturando e mesclando as cores e aí então a harmonia ficou bem maior... MARAVILHA!!!! Foram muitas e muitas bênção de Deus para cada um que pode estar lá! Apreciem à vontade!!!!






















http://familiavilela.fotopages.com/ - nossos agradecimentos